domingo, 26 de outubro de 2008

Cris, seu comentário me fez escrever mais um pouquinho...
É que as vezes eu vejo por exemplo, uma mulher que tem uma filha saudável, linda, um marido que tem seus defeitos (assim como o meu e como os demais), tem uma casa, um carro, sabe trabalhar, é uma ótima artesã e apesar de tudo isso vive reclamando da vida, buscando incessantemente a alegria em lugares e pessoas erradas, causando com isso grande transtorno em sua vida.
Vale lembrar que a alegria, digo, a felicidade está dentro de nós mesmos. Por isso diz-se que o dinheiro não compra a felicidade.
Eu a via recebendo lindos desenhos de sua filha que está hoje com 8 anos e sentia por não ter aquilo... Se fosse comigo eu iria guardar até que ela crescesse para mostrar-lhe, pensava eu... enquanto ela olhava e colocava de lado por um tempinho até ir para o lixo...
São pequenas atitudes que mostram o pouco valor que as pessoas dão as grandes coisas que têm.
Quando você diz que reclama pela bagunça que o seu filho fez na sala, é normal fazermos isso, as vezes também reclamo que o Victor bagunçou toda a casa... mas isso não acontece com frequencia, pois na maioria das vezes eu respiro fundo e penso: que bom que ele tem saúde e condições fisicas para fazer toda essa bagunça... e dou Graças por isso...
Portanto, só não podemos deixar que as reclamações se tornem um hábito. Nós humanos tendemos a reclamar mais e reconhecer menos, precisamos lembrar que as coisas difíceis e até ruins não acontecem só no quintal do vizinho, pode acontecer no nosso também...

Mas mudando de assunto, ontem finalmente, fomos buscar a cadeira nova do Lucas que estava sendo adaptada. Já aguardávamos ansiosos há meses por esta cadeira na esperança que o Lucas aprenda a tocar (guiar sozinho a cadeira), pois capacidade ele tem, falta maturidade...
Enfim, achamamos até que demoraria mais tempo... Chegamos na AACD antes das 09:00 horas e ficamos até as 11:40 aproximadamente, fazendo os últimos ajustes. Quando finalmente ela ficou pronta que o sentamos ele imediatamente colocou a mão direita na roda e balançou a cadeira. Claro que é uma coisa mínima mas que nos trouxe ainda mais esperança... fiquei emocionada em ver meu filho fazendo um movimento mínimo e creio que ainda vou vê-lo indo da sala para o quarto, do quarto para cozinha e quem sabe o que mais... o limite só Deus sabe...
Estamos super felizes e já estreamos bem a cadeira nova e pelo andar da carruagem ela vai durar pouco, pois de ontem pra hoje ele já correu bastante com ela, afinal a vida passa depressa e ficar parado não dá!!

Obs.: a data da camera está errada, por isso a data de 31/07 nas fotos.


Últimos acertos. Reparem na mão do Lu...


TO Katia, que cuidou da adaptação junto com a equipe.


Victor experimentando a nova cadeira, conhecida também como Ferrari Amarela...

Glauce, obrigada pela dica. Que bom que está tudo bem com você. Grande abraço.
Comentários
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Cristiane A. Fetter disse...

Pois é Antônia, mas mesmo assim acho que tenho que rever muitos conceitos, se nós humanos somos falhos assim, o ideal é buscar o equilíbrio.
Ontem mesmo tive um chilique com meu filho. Eu fiz uma faxina geral na casa e no quarto dele que parecia um campo de guerra. Ele adora picar papel coma tesoura e os picadinhos ficam do tamanho de um grao de arroz, entao imagine o trabalho de limpar isso.
Pois então, no fim do dia quando entrei no quarto dele, ele havia picado mais papel (parece passarinho fazendo ninho).
Ai, quse surtei.
Estou errada, ou quase.
Beijocas